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PyeongChang constrói barreiras contra vento em estádio

Passar um pouco de frio é natural, ainda mais para os espectadores de uma Olimpíada de Inverno, mas congelar e correr o risco de hipotermia não está nos planos de nenhum torcedor, muito menos de organizadores. Foi pensando nisso que o comitê responsável pelos Jogos de PyeongChang, Coreia do Sul, decidiu instalar cercas no Estádio Olímpico, que receberá as cerimônias de abertura e encerramento. Feitas de policarbonato, as barreiras medem 3.5 metros de altura e 510m de comprimento e vão servir para manter público e atletas protegidos do vento e aquecidos.

Se a previsão se confirmar, a noite de 9 de fevereiro, data da festa inaugural, deve registrar a temperatura de -7 graus Celsius, com a sensação térmica podendo chegar a 14 graus negativos, o que faz da Olimpíada de PyeongChang a mais fria dos últimos 20 anos, superando os -11 graus Celsius de Lillehammer, Noruega, em 1994, cujo estádio, assim como o da cidade sul-coreana, também não era coberto.

Mesmo sem cobertura, o que não é o ideal para situações com temperatura abaixo de zero, o Estádio Olímpico deve receber cerca de 35 mil pessoas para a cerimônia de abertura. Além das barreiras contra o vento, aquecedores portáteis serão instalados ao longo dos corredores e o público receberá um kit conforto – composto por capa de chuva, cobertor e almofada aquecida –, assim como bebidas e comidas quentes. Cinco postos de atendimento médico também estarão disponíveis por toda a arena.

Com todas essas medidas, parece que o único frio que o público irá sentir será aquele na barriga ao se deparar com mais um belo espetáculo de celebração do esporte.

Gisèle de Oliveira

Gisèle de Oliveira

Jornalista apaixonada por esportes desde sempre, foi correspondente internacional do “Diário Lance!” na Austrália, quando cobriu os preparativos para os Jogos Olímpicos de Sydney-2000, e editora do jornal no Rio de Janeiro, trabalhou na “Gazeta Esportiva” e foi colaboradora de especiais da revista “Placar”, entre outras experiências fora do universo esportivo. Mineira de nascimento, paulistana de coração, é torcedora inabalável de Rafael Nadal, Michael Phelps, Messi e Rafaela Silva. Adora tênis, natação, judô, vôlei, hipismo e curling (sim, é verdade). Sagitariana e são-paulina teimosa, agradece por ter visto a Seleção de futebol de 82 de Telê, o São Paulo também do mestre Telê, o Barcelona de Guardiola e a Seleção de vôlei de Bernardinho em seu auge. Ah, chora em conquistas esportivas, e não apenas de brasileiros.

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